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Cuidado com lesões:

15/out/2013

Lesões musculares são o pesadelo de muitos atletas. Incômodas e dolorosas, elas atrapalham treinamentos, competições e até mesmo atividades no lazer, podendo inclusive, em casos mais graves, interromper carreiras promissoras no esporte. Não existe uma causa única que as explique, pois seu surgimento é sempre por vários fatores diferentes.

Dentre as causas mais comuns, temos o aumento brusco da carga ou exercícios extenuantes, realização imprópria das atividades que comprometem a integridade do tecido muscular e, em níveis fisiológicos, a falta de hidratação, condição nutricional e equilíbrio hormonal.

Quando qualquer pessoa, atleta ou não atleta, realiza exercícios extenuantes e seu organismo não está recebendo todos os micro e macronutrientes (vitaminas e minerais específicos e glicose, proteínas e gorduras nos percentuais corretos) nas quantidades proporcionais ao esforço físico realizado (índice de estresse muscular), o cérebro dispara um sistema de alerta para salvar as estruturas mais nobres do corpo, como ele próprio e o coração.

Os responsáveis por essa função de emergência são duas glândulas: o hipotálamo e a hipófise. Elas comandam uma série de alterações bioquímicas, entre elas, as reações que retiram proteínas dos músculos para quebra-las em aminoácidos e transformá-los na glicose que finalmente irá atender o cérebro e o coração, por exemplo.

Quando as proteínas são retiradas dos músculos, elas desencadeiam um processo de lesão de células musculares. E não adianta dar proteínas e/ou aminoácidos para a pessoa lesionada ingerir, porque  eles serão absorvidos pelo intestino enquanto que o processo desencadeado pelo hipotálamo e pela hipófise, que se chama gliconeogênese, faz com que nosso sistema bioquímico retire as proteínas diretamente dos músculos, ignorando aquelas absorvidas pelo sistema digestivo.

Esse sistema hipotalâmico – hipofisário também comanda uma série de outras reações bioquímicas, como por exemplo a elevação do cortisol, o hormônio do estresse, que acaba por deprimir os sistemas de defesa do organismo contra microrganismos. Assim, a pessoa passa a ficar suscetível à viroses, infecções diversas, entre outros problemas de saúde.

Então, o mais sábio é conhecer como o seu organismo está reagindo ao seu treinamento físico e suplementá-lo adequadamente (informado por um sistema que enxerga todos os processos envolvidos no fortalecimento muscular) para que não ocorram as lesões e principalmente, para ajudar a maximizar o aumento da performance.

O hexacampeão do Ultraman Hawaii Alexandre Ribeiro utilizou o perfil metabólico Dr. Cosendey, para prevenir e antever lesões que pudessem comprometer seu desempenho atlético. Em 2001, ele fez seu primeiro estudo de “monitoração bioquímica-hematológica do condicionamento físico” e, daí por diante, continuou a monitorar-se sempre com o objetivo de melhor compreender o funcionamento do seu corpo, que era levado a limites extremos.

Os estudos lhe assessoravam não só com respostas do que ocorria com seu organismo nos treinos, mas principalmente com orientações importantíssimas para aumentar sua performance e reduzir possibilidades de danos celulares, musculares (esquelético e cardíaco), ósseos e de vários outros órgãos envolvidos na produção de energia e na sua recuperação no pós-treino.

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