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Fica frio: seu metabolismo em climas extremos:

14/fev/2014

Os diversos trabalhos e relatos de especialistas sobre exercícios no clima frio tem apontado para um rigor muito maior nos cuidados prévios com o corpo. As condições climáticas com baixas temperaturas desativam o metabolismo de um modo geral, “atrapalham” a mobilidade (hemodinâmica) do sangue, principalmente nas extremidades e em áreas com pequenas circulações, promovem contrações  musculares que prejudicam uma boa flexibilização dos músculos e uma série de outras alterações que nos permitem dizer que: “o atleta que vai competir no clima frio, deverá estar saudável clínica e subclinicamente”.

Isso significa que além do atleta não poder apresentar nem sinais, sintomas ou queixas de doenças, lesões, dores, contraturas e outras, ele deverá ser examinado também em um nível subclínico, onde as coisas que estão acontecendo ainda não podem ser vistos ou percebidos. Isso porque o aumento das desordens ou desequilíbrios celulares existentes, serão todos amplificados exatamente na hora da competição, quando a exigência física será maior tanto pelo trabalho necessário quanto pelo esforço orgânico para superar as baixas temperaturas.

Em outras palavras, o atleta deverá investigar a um nível celular os metabolismos de açúcares, de proteínas e de gordura para saber se estão em equilíbrio com as necessidades atuais e as que ele enfrentará. O grau de hidratação atual do seu organismo, frente a dieta que adotou, também deverá ser analisado para saber se a hidratação que faz estará adequada a esse contexto e a uma boa fluidez do seu sangue. Órgãos como o fígado, o coração e os músculos estriados esqueléticos não poderão ter lesões ou sofrimento celulares pois serão maximizados nas provas.

A capacidade do seu sangue de oxigenar todas as células do seu corpo deverá ser ótima para que não sofra com a altitude e o frio que trazem problemas seríssimos de circulação e de oxigenação. Seus ossos não poderão estar sofrendo com reduzida atividade das células que fabricam os ossos e muito menos com micro fissuras de estresse que, a princípio, são imperceptíveis. Os índices de micronutrientes como vitaminas e minerais deverão estar em equilíbrio com as suas exigências orgânicas, nem a mais causando excessos desnecessários e nem a menos produzindo ineficiência nos ciclos metabólicos. Focos inflamatórios, infecciosos e a existência de cargas virais, deverão ser investigadas e tratadas mesmo subclinicamente pois, os sinais clínicos, no caso de existência, aparecerão nas competições.

Os índices que demonstram os estados fisiológicos que tem predominado recentemente na vida do atleta, como os índices de cortisol, de cetose, de resistência insulínica periférica, de estresse oxidativo, de disbiose intestinal, devendo estar reduzidos por que serão ampliados desde a fase de adaptação no frio antes das competições. E assim por diante, de modo que o atleta tenha claro em sua mente que não basta estar se sentindo bem , terá que estar saudável, principalmente em um nível celular que é subclínico, e que não tem sinais e sintomas.

Para ajudar nesses diagnósticos subclínicos foi criando o Perfil Metabólico Dr. Cosendey para que possamos ajudar com muito mais conhecimento o organismo de atletas de alta performance e combatente, estão submetidos à condições climáticas extrenas.

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