22/abr/2013
Um organismo saudável, após um momento de tensão, retorna rapidamente ao seu estado normal. Entretanto, isso não acontece no caso de pessoas que sofrem com o estresse. Se o cérebro humano registra uma “ameaça”, automaticamente aciona o sistema nervoso simpático, provocando a produção de cortisol e adrenalina. Tais hormônios liberados pelas glândulas suprarrenais aumentam os batimentos cardíacos, aceleram a respiração elevam a pressão e fazem com que os músculos se contraiam.
O chamado estresse crônico é altamente tóxico, isso porque os hormônios cortisol, adrenalina e noradrenalina, liberados nesse processo de aceleração sem freio, reduzem o calibre dos vasos e, em longo prazo, potencializam o risco de hipertensão e arritmias cardíacas.
Além disso, o cortisol faz o organismo armazenar triglicérides, uma gordura que altera os a maneira de agir dos receptores de insulina, impedindo que o hormônio se encaixe neles como deveria. Essa condição, chamada de resistência insulínica, pode levar ao diabetes.
Outros efeitos negativos do excesso de tensão no organismo são a queda do desempenho cognitivo, as disfunções da tireoide, problemas de pele, disfunção erétil e menor função reprodutiva, rigidez muscular, problemas gastrointestinais e ossos enfraquecidos.
Fonte: http://abr.ai/q2N4m9